FNCP - Fórum Nacional Contra a Pirataria
Imposto cresce crime agradece
28.01.2016 - edição: janeiro - 2016 /n°001
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Edição: janeiro - 2016
Boletim: 001

Receita Federal e ABIHPEC firmam parceria para destruição de produtos de beleza irregulares

Cosméticos piratas podem fazer mal à saúde, alertam especialistas

As autoridades têm apreendido, com frequência, produtos de beleza piratas ou contrabandeados, especialmente na maior cidade do Brasil. O repórter Tiago Eltz foi ouvir a opinião de médicos sobre esse assunto. E eles alertam que o barato pode sair caro, bem caro.

A interminável atração das mulheres por produtos de beleza... “Deixa a mulher com autoestima mais elevado. Por isso e outra, deixa a mulher mais charmosa, mais bonita”, diz uma mulher.

E esse charme a mais pode sair muito caro. Talvez alguns homens se surpreendam com o preço. Uma paleta de sombras, um estojinho de maquiagem que custa uns R$ 300, é de uma marca bem cara. A mesma marca, mesma embalagem, mesmas cores, dá para comprar no mercado paralelo por uns R$ 30.

Agora, antes da mulherada sair correndo atrás dessa pechincha, é preciso saber duas coisas. Primeiro, é claro que é falsificado. E a segunda coisa: se você resolver comprar um produto falsificado para passar no seu rosto, na sua pele, tem que estar preparada para a possibilidade de acabar gastando mais do que economizou, no médico.

“Uma maquiagem contaminada pode levar a uma infecção ocular importante, por exemplo. Um hidratante contaminado, por exemplo, a pessoa passa no corpo todo, pode levar uma infecção importante. Uma tintura de cabelo, um alisante, que seja clandestino, que não tenha as matérias mais adequadas, pode levar a uma queda de cabelo e uma queimadura no couro cabeludo”, explica a dermatologista Flávia Addor.

Como não obedecem à legislação nenhuma, o grande problema desses produtos é justamente o que a gente não sabe sobre eles. “Está comprando um produto que ela não sabe o que contém lá dentro e ela vai utilizar isso não pele. Então creme facial, um perfume que ela está utilizando, um desodorante, isso é um risco grande”, diz Ricardo Nóbrega, gerente de comércio exterior da ABIHPEC.

E, de acordo com os números da Receita Federal, o risco vem aumentando nas ruas do país. Em 2014, foram apreendidos pouco mais de R$ 25 milhões em produtos de higiene e beleza. Em 2015, foram R$ 28 milhões, um aumento de 11% Em São Paulo só nessa semana, foram destruídas 7,5 toneladas, principalmente de perfumes e maquiagens. Ou, na verdade, produtos que diziam ser perfumes e maquiagens, porque vai saber o que tinha lá dentro...

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Fonte: G1 – JN - Fotos: Meramente ilustrativas

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Delegacia da Receita Federal em Foz divulga o balanço de 2015

As apreensões de mercadorias e veículos realizadas no ano de 2015 pela Delegacia da Receita Federal do Brasil em Foz do Iguaçu somaram US$ 88 milhões (aproximadamente R$ 353 milhões), valor que é 29% menor que o registrado no ano anterior, quando as apreensões foram de US$ 125 milhões. A maior parte das apreensões foi realizada no âmbito da Operação Fronteira Blindada, desenvolvida de forma permanente pelas unidades da Receita Federal.

O valor acima compreende as apreensões realizadas no âmbito de toda a jurisdição desta Delegacia, que se estende desde Foz do Iguaçu/PR até Guaíra/PR, abrangendo toda a região lindeira ao lago de Itaipu (fronteira do Estado do Paraná com o Paraguai). Vale destacar que estes números englobam também as mercadorias recebidas de outras instituições parceiras que atuam no combate ao contrabando e descaminho nesta região fronteiriça, tais como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar e Forças Armadas.

Com relação à composição das apreensões, os cigarros, os eletrônicos e os veículos representaram, juntos, mais de 79% do total das apreensões registradas no ano de 2015. Em comparação ao ano anterior, os veículos tiveram uma redução das apreensões na ordem de 45%, os eletrônicos de 30% e o cigarro de 25% no período. No total foram apreendidos 1.870 veículos e 28 milhões de maços de cigarros nesta região de fronteira.

Durante o ano de 2015 foram realizadas 1.035 operações de repressão aos ilícitos aduaneiros por parte da Delegacia da Receita Federal do Brasil em Foz do Iguaçu, em praticamente todos os municípios situados na área de sua atuação.

Grande parte desses trabalhos foi realizada de forma conjunta com órgãos parceiros que atuam no combate aos crimes de contratando e descaminho e tráfico de drogas e armas.

Foram ainda realizadas, no ano de 2015, pelas equipes operacionais da Receita Federal 150 prisões em flagrante por contrabando, descaminho, tráfico de drogas, medicamentos, armas e munições

Fonte: Assessoria de Comunicação – DRF Foz

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Para Fórum de Davos, corrupção e crise política ‘travam’ o País

O maior obstáculo para se fazer negócios no Brasil em 2016 é o fracasso da governabilidade do País. O alerta é do Fórum Econômico Mundial que, no dia 20, inicia seu evento anual na estação de esqui de Davos, na Suíça. Num informe publicado quinta-feira (14) sobre os maiores riscos globais para o ano, a entidade apontou para a crise política brasileira e a corrupção.

Numa pesquisa realizada com 13 mil empresários, 60% deles indicaram o “fracasso da governabilidade” como o maior risco para se fazer negócios no Brasil hoje. A taxa supera aqueles que consideram a falta de água ou de infraestrutura como os maiores problemas.

No restante do mundo, porém, a questão da falência da administração pública aparece apenas como o quarto maior risco e é apontado como problema para apenas 27% dos 13 mil entrevistados. Os maiores riscos globais, segundo Davos, seriam a imigração e mudanças climáticas em 2016.

“Fracasso na governança nacional é uma preocupação proeminente na América Latina, especialmente na América do Sul, onde a corrupção e a falta de confiança no funcionamento das instituições estão cada vez mais criando dificuldades para se administrar um negócio”, alertou.

O risco, segundo explica a pesquisa, se refere à “incapacidade de governar uma nação, o que é a causa ou resultado de fatores como um fraco estado de direito, corrupção, comércio ilegal, crime organizado, impunidade e impasse político”.

Na avaliação do fórum, o “fracasso na governança mina a competitividade dos países, a criação de empregos e o desenvolvimento econômico”.

Davos também aponta que empresas são obrigadas a lidar com riscos adicionais ao operar em países com uma administração fraca: um ambiente imprevisível e seguir padrões, quando o próprio governo não segue os seus.

Outro obstáculo brasileiro e latino-americano é a situação da infraestrutura, considerada ainda como inadequada. Para Davos, novos investimentos no setor poderiam “estimular a economia e fortalecer a resistência da região a riscos globais”.

Por fim, a queda nos preços de commodities também se apresenta como um risco numa região que tem suas exportações baseadas em minérios, petróleo ou produtos agrícolas.

“Preços baixos das commodities reforçam os desafios existentes, como a elevada dívida pública e crescimento econômico baixo”, indicou. “Isso está associado a um aumento d um risco de uma crise fiscal.”

Ao Estado, a economista-chefe de Davos, Jennifer Blanke, alertou que o Brasil desperdiçou sua chance de fazer reformas enquanto existia um boom nos preços de commodities. “Agora, será muito mais difícil”, disse.

Fonte: Estadão – E&N

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Conheça mais

Receita Federal lança série de vídeos sobre a rotina de combate ao contrabando

Na série "Faces da Aduana" seis vídeos mostram o trabalho da ReceitaFederal pelo ponto de vista dos próprios servidores que combatem o contrabando e outros ilícitos, nas fronteiras, aeroportos e portos do país.

 Assista aos vídeos clicando aqui 

 

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Notícias

 

- (Migalhas.com) MercadoLivre assina termo de compromisso com a Senacon e o MPFLink 

(*) O FNCP manifesta preocupação com a efetividade dessa medida. 

- (UOL Economia) Chinesa Alibaba.com mantém Brasil em foco e vê chance de abrir escritório no paísLink 

- (G1) Ação contra pirataria prende grupo que gravava filmes em cinema de MSLink

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 Contatos:

FNCP – Fórum Nacional contra a Pirataria e a Ilegalidade

(011) 2533-3415/ www.fncp.org.br 

Responsável: Rafael Bellini – Secretário Executivo

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