FNCP - Fórum Nacional Contra a Pirataria
Imposto cresce crime agradece
Índice da Economia Subterrânea - IBRE-FGV/ ETCO / 2013
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MPA - O Impacto Econômico do Setor Audiovisual Brasileiro

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Pesquisa Furto de Sinal - ABTA/SETA - 2014
Em um estudo inédito encomendado pela ABTA (Associação Brasileira de TVs por Assinatura) e pelo SETA (Sindicato das Empresas Operadoras de TV por Assinatura e de Serviço de Acesso Condicionado) revelou-se o tamanho da pirataria na TV paga no Brasil.

No total, 4,2 milhões de domicílios brasileiros possuem TV paga clandestina, o que corresponde a 23,2 milhões de domicílios com acesso aos canais por assinatura, dos quais 18,1% não pagam pelos serviços. O número de assinantes legais segundo dados de junho é de 19 milhões de clientes.

Veja o estudo na íntegra - clique aqui

Alguns dados sobre a pesquisa

- Foram realizadas 1.750 entrevistas no período de 17 e 22 de maio.

- Do total, 42% dos consumidores piratas estão nas regiões metropolitanas e 58% no interior do Brasil.

- A pesquisa identificou dois tipos de clandestinos: os assumidos, que pagam pacotes piratas sem saber que são ilegais, e os não-assumidos, que não declaram ter assinatura, mesmo tendo acesso aos canais de TV fechados.

- A maioria dos consumidores não-assumidos têm entre 40 e 50 anos, moram sozinhos e preferem séries, humorísticos, programas infantis e religiosos.

- A maioria dos piratas pertence às classes D e E. Já a classe C, que domina as assinaturas oficiais de TV paga, vem logo atrás na pesquisa.

 

 
Pesquisa Global da BSA - Software (2013)
Estudo da BSA / The Software Alliance, aponta redução de três pontos no uso de software não licenciado no Brasil.

Além da queda de 53 para 50%, Brasil é o país com menor índice da América Latina e entre as nações do BRIC. A porcentagem global de software de PC instalado sem licença subiu de 42% em 2011 para 43% em 2013. Entre as regiões, a América Latina teve a terceira taxa mais alta, 59%. 

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Pesquisa da Fecomércio-RJ/Ipsus - 2012
Pesquisa da Fecomércio-RJ/Ipsos sobre o consumo de produtos piratas no Brasil revela que, pela primeira vez desde o início do levantamento (2006), a prática ilegal registrou queda significativa.

Entre os mil entrevistados, 38% confirmaram ter comprado algum produto pirata em 2012, contra 52% que haviam adquirido no ano passado.

No entanto, a população está mudando a forma de consumir este tipo de produto. A pirataria está deixando de ser física e passando a ser virtual. Por usarem cada vez mais a Internet, muitos brasileiros hoje baixam músicas, filmes e até livros pela Web sem qualquer custo.

Dessa forma, atualmente quase 60% dos brasileiros com acesso à Internet acreditam que baixar músicas pela rede seja uma prática dentro da lei, enquanto que apenas 22% a consideram um crime. Um ano antes, os percentuais eram de 48% e 32%, respectivamente.

Clique aqui e confira mais dados sobre a pesquisa.
 
 
Pesquisa INTERFARMA/ IBOPE - "Percepções sobre medicamentos"
Visando obter uma radiografia sobre o comportamento dos brasileiros na hora de comprar medicamentos, a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa - Interfarma, encomendou junto ao Ibope a pesquisa "Percepções sobre medicamentos"  realizada com mais de 2 mil pessoas de estados e classes sociais variadas, em âmbito nacional, extraindo-se diversos resultados, dentre eles:

(Margem de erro: 2%)

- 99% compram medicamento na farmácia
- 6% compram no camelô (na região Norte o índice é de 18%)
- 30% conferem a validade antes de consumir
- 76% conferem a validade antes de usar

Clique aqui e confira a pesquisa na íntegra

Fonte: Interfarma


Relatório Diálogos com Servidores Públicos 2009/2011 - FIESP

Criado em 2006, os Dialogos com Servidores Públicos se consolidou como um importante programa, pautado na união de esforços entre o poder público, o setor produtivo e a sociedade civil e contando com o apoio institucional da Receita Federal do Brasil (RFB), do Conselho Nacional de Combate a Pirataria (CNCP) e do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), além da participação de diversas entidades do setor privado, dentre elas o FNCP, representado por seus associados.

Segundo dados da FIESP, de 2006 até julho de 2011, foram realizadas 48 visitas aos principais portos, aeroportos e pontos de fronteira brasileiros, servindo a mais de 1.800 servidores públicos.

Clique aqui - versão eletrônica do relatório
Pesquisa Fecomércio - RJ/Ipsus - 2011
Consumo de produtos piratas cresce entre as classes A e B
 
Mais da metade dos brasileiros compram mercadorias falsificadas
 
 
Pesquisa da Fecomércio-RJ/Ipsos revela que o consumo de produtos piratas pela população brasileira cresceu entre 2010 (48%) e 2011 (52%). Esta é a primeira vez desde o início da pesquisa (2006) em que mais da metade da população admitiu ter comprado algum produto pirata no ano. Transformando este percentual em números absolutos, aproximadamente 74,3 milhões de brasileiros contribuíram com este crime, ante 68,4 milhões no ano passado. Ou seja, cerca de 6 milhões de brasileiros que não consumiam produtos piratas em 2010 passaram a comprá-los este ano.

Um dado alarmante revelado pelo levantamento é a significativa adesão das classes A e B ao consumo de produtos piratas de um ano para o outro. Em 2010, 47% dos entrevistados destas classes afirmaram que adquiriram algum item dessa natureza. Este ano, 57% admitiram ter comprado produtos falsificados.
 
Neste ano, o(a) sr(a) comprou algum produto pirata?
 
Percentual (%)    Total                    2010   Total                  2011
    AB       C     DE    AB     C    DE
Sim 48 47 53 39 52 57 52 44
Não 51 53 47 60 48 43 47 55
Não sabe/não respondeu 0 0 0 1 0 0 0 1
           
            A principal justificativa apresentada para a compra de produtos piratas continua sendo o preço mais em conta. A desculpa de que são produtos mais fáceis de se encontrar e o fato de estarem disponíveis antes do original vêm logo em seguida.
 
Por que o(a) sr(a) optou por comprar produtos pirata?
 
Percentual (%)    Total                      2010   Total                  2011
     AB       C      DE    AB      C      DE
Preços mais em conta 94 89 94 98 96 96 97 95
Porque é mais fácil de se encontrar 12 7 14 10 14 8 16 19
O produto pirata está disponível antes do produto original 6 5 8 2 9 8 10 7
Alguns produtos podem ser descartáveis 3 2 3 3 7 10 5 7
Para alcançar um "status" que um produto original me traria 2 4 1 3 2 4 2 3
Não sabe/não respondeu 1 1 1 1 0   0 1
 
           
            Apesar de ter consciência sobre a prática ilegal e seus prejuízos, o consumidor não muda sua atitude e continua comprando o produto falsificado. O estudo mostrou também que 82% dos consumidores das classes A e B acreditam que a pirataria alimenta a sonegação de impostos. Para estes, o consumo de produtos piratas também oferece prejuízo ao fabricante ou artista (80%) e prejudica o faturamento do comércio (75%). No entanto, estes consumidores acreditam cada vez menos que o produto pirata cause desemprego e alimente o crime organizado.
 
O(a) sr(a) acha que... (% Sim)
 
Percentual (%)   Total                        2010   Total                      2011
    AB      C      DE    AB      C    DE
O uso destes produtos pode lhe trazer alguma conseqüência negativa? 60 64 59 59 60 57 61 61
A pirataria causa desemprego? 56 67 54 51 61 58 62 60
A pirataria alimenta o crime organizado? 60 73 58 53 66 63 68 62
A pirataria prejudica o faturamento do comércio? 68 78 65 63 74 75 74 72
A pirataria prejudica o fabricante ou o artista? 79 87 77 73 80 80 81 77
A pirataria alimenta a sonegação de impostos? 75 85 74 68 78 82 78 71
 
 
            Entre os produtos piratas escolhidos pelas classes A e B, o destaque continua sendo CD/DVD, seguido de brinquedos, artigos de moda (roupas, óculos, relógios, calçados, bolsas e tênis), programas de computador e equipamentos eletrônicos. Neste caso, é importante ressaltar que os artigos de moda tiveram aumento de 10 pontos percentuais, de um ano para o outro, no mercado ilegal.
 
Se sim, qual (is)?
 
Percentual (%)    Total                        2010   Total                     2011
     AB       C      DE     AB      C     DE
CD 79 79 79 82 81 81 80 84
DVD 77 77 81 67 76 76 78 69
Roupas 6 6 7 1 11 10 12 8
Óculos 7 6 7 7 10 10 10 10
Calçados, Bolsas ou Tênis 7 10 7 4 7 7 7 11
Equipamentos eletrônicos 3 3 3 1 7 9 6 7
Relógios 5 7 5 5 7 10 5 6
Brinquedos 3 1 4 4 5 11 4 1
Programas de computador 1 2 1 1 5 8 5 1
Isqueiros 3 5 1 5 4 6 3 5
Cigarros 4 2 5 4 4 5 3 5
Perfumes 3 5 3 0 4 6 3 4
Telefone celular 1 1 1 0 2 2 1 6
Artigos esportivos 2 2 1 3 2 4 2 0
Canetas 4 6 4 1 2 3 2 1
Aparelhos de barbear 1 1 0 3 1 1 1 2
Acessórios para veículo 1 3 0 0 1 2 0 1
 
            Entre os entrevistados das classes A e B, 43% afirmaram não comprar mercadorias falsificadas. As razões mais citadas para não compactuar com a prática foram a qualidade ruim dos produtos (53%) e a falta de garantia (24%).            
 
Se não, por quê?
 
Percentual (%)    Total                     2010    Total                 2011
     AB       C      DE    AB       C      DE
Qualidade ruim 48 56 48 43 60 53 64 60
Falta de garantia 11 9 12 10 25 24 25 27
Nenhum motivo 23 16 20 32 18 16 17 24
Temor de ter um prejuízo maior que o benefício financeiro 6 7 6 5 18 13 19 18
Prejudica o comércio formal 9 9 11 5 10 11 9 12
Temor de comprar um produto ilegal e ser punido 4 3 5 5 8 4 9 12
Não sabe/não respondeu 2 5 2 1 2 1 2 2
 
            Ainda pela pesquisa, 46% das classes A e B consideram que baixar música ou outros conteúdos pela internet sem a autorização do proprietário é crime. No entanto, 35% acham que é uma prática dentro da lei.

            A pesquisa "O consumo de Produtos Piratas no Brasil" da Fecomércio-RJ/Ipsos foi realizada com mil pessoas em 70 cidades do país, incluindo nove regiões metropolitanas.
           
Mais informações:
Assessoria de imprensa / Sistema Fecomércio-RJ
(21) 3138-1034 / 1077
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